Quando a fala reflete a mente

login
área do
anunciante
anuncie
divulgue
seus serviços!
pt
Idioma Atual
espaço
 
Topo menu
 
 
Cadastre seu e-mail para ficar informado sobre as novidades do Guia de Massagem.
Base menu
 
 
Selo Certificado SSL

espaço


Publicado em 24/07/2019
Compartilhar com o Facebook Compartilhar



Você "pode" muito mais do que imagina

 

Quando a fala reflete a mente

Nesse artigo vamos abordar nossa linguística, entendendo como a mente nos manipula em nossos pensamentos e ações.

Sim, eu poderia. Eu deveria. Eu queria. Eu deixaria. Eu amaria. Eu gostaria. Eu viajaria. Eu estudaria. Eu trabalharia. Eu viveria. Não, futuro do pretérito pouco serve para nossa vida. No dicionário ele indica um tempo verbal que poderia ter acontecido posteriormente a uma situação passada, encontrando-se condicionada e incerta. Na vida ele indica uma ilusão, um deveria que já foi, não aconteceu e não voltará para acontecer. Na gíria é chorar o leite derramado, se houvesse leite na caneca. 

Nossa mente sabota nossa vida de maneiras peculiares: comece a prestar atenção nas pessoas que usam o futuro do passado – elas vivem de sonhos, moram num passado que ficou lá atrás e não há certeza se foi concreto. O presente é algo difícil de ser aceito. Por consequência, a vida dos saudosos futuristas não flui.

Em contrapartida, juntos aos estudiosos de programação neurolinguística e coaches de poder pessoal, conhecemos pessoas que é tudo pro agora: eu faço, eu penso, eu amo, eu executo, eu posso, eu consigo. Erram, mas colocam a vida em jogo. Respeitam o passado e colhem no futuro, mas vivem o hoje. Geralmente são líderes, esportistas de ponta, altos cargos: destemidos que são, faltaram na aula do futuro do pretérito. Estiveram todos na aula do presente.

Na praticidade do dia a dia, cultivamos a sabotagem quando nos apegamos a tudo: guarda roupa abarrotado de roupas, sapatos, cadernos da primeira série, convite de casamento da sua amiga (ela se casou há 8 anos, ok?), sacolas de lojas de shopping, o guardanapo do primeiro café na Argentina. Okok, memórias afetivas. Mas não precisamos nos engessar por elas... muitas pessoas precisam de doações – digo de passagem que a doação nos dá uma grande paz de espirito, emoções estão gravadas em nossa alma, cafés se espalham pelo mundo: vá colhê-los. Desapegue do que pesa - no espaço, no bolso, na consciência. Nos sabotamos quando só ouvimos nossas primeiras músicas – que nos remetem a relacionamentos passados, quando comparamos novos loves com antigos loves – cada pessoa é um universo e merece respeito. Sabotamos nosso corpo, obrigando-o a relacionar-se com corpos que já não trocam energia, nem amorosidade. Sabotamos nosso amor próprio quando vamos de encontro a nossas feridas, nossa dor emocional se sustenta de pequenas casquinhas doloridas; quando na verdade deveríamos viajar e estancar essas feridas ao sol.

Imagem 507 de Você
Longe de esse artigo propor uma lavagem cerebral de positivismo – agradecemos nosso passado, mas, seguimos com a vida. O futuro, não o conhecemos. Melhor não gastar energia com ele - no máximo uma casa, uma poupança e um plano de saúde. A ansiedade já se alimenta dessas preocupações. A proposta é muito simples e culta: eu posso, tu podes, ele pode, nós podemos. Vamos todos! A vida é muito breve e maravilhosa para sustentar ilusões e angústias. Sabe aquele seu casinho de 1998? Se casou e separou por duas vezes e segue adiante. Enquanto você, ainda sonha com o quanto “poderia” ter dado certo o romance entre vocês. Ânimo, jovem. Você “pode” muito mais do que você imagina.



Silvia Delforno, como terapeuta uma ótima escritora. Como tântrica, uma ótima Silvia.






espaço vazio
espaço
 
Site Seguro Guia de Massagem ®