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Publicado em 05/08/2020
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Preservativo – preservar-se é vida!

 
Camisinha amiga.

Parece algo tão banal, mas quando paramos para analisar o preservativo, descobrimos detalhes interessantes e percebemos a grande importância deste “acessório” indispensável à nossa saúde sexual.

Data de longe a ideia de revestir o pênis para não ser picado por inseto ou bater em algum galho durante a caça, lá na China. Os chineses, japoneses e também os egípcios revestiam seus “meninos” com seda untada em óleo, tecido de linho ou tripa de animais. As mulheres, para prevenir gravidez, usavam fezes de crocodilo, ou mistura de mel com bicarbonato de sódio, com intuito de “matar” os espermatozoides. No século XVII, um médico inglês, conhecido com doutor Condom, criou um protetor anticoncepção para o Rei Carlos, com tripa de animal. Condom significa “camisinha” em inglês, assim batizando o preservativo com o termo mais sugestivo. A partir desse século, a proteção foi se inovando: em 1855, borracha. Em 1912, látex. Em 1995, poliuretano. O revestimento não impede somente a gravidez indesejada, assim como previne contra as ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), entre elas a gonorreia, sífilis, tricomoníase, herpes genital. Também HIV e tipos de hepatite. O preservativo masculino é o método mais conhecido, mais barato e eficaz para as devidas prevenções, além de ser distribuído gratuitamente em postos de saúde e áreas sociais das grandes cidades, como estações de metrô e parques.

Imagem 761 de Preservativo – preservar-se é vida!
Em pesquisa recente, descobri um site de uma fabricante do produto que colocou à disposição um serviço de medidas para o cliente descobrir seu tamanho ideal: foram catalogados mais de sessenta tamanhos diferentes de pênis, ou seja, é preciso calma nessa hora, para encontrar o que melhor lhe encaixa anatomicamente, proporcionando segurança e conforto. A camisinha ainda é motivo de desconforto em muitos coitos, sendo necessário uma procura minuciosa no mercado para conhecer o que melhor lhe serve. Existe as mais finas que proporcionam mais sensibilidade, as lubrificadas, as que retardam a ejaculação, as que oferecem sensações variadas de temperatura, dentre outras.

A camisinha deve ser colocada no pênis já ereto. Desenrola pelo pênis e assegura que está bem encaixada. Após a ejaculação ou no final da ereção, retira a camisinha com cuidado, certifica-se que ela não se rompeu, dá um nó e joga no lixo. Retire o preservativo enquanto o pênis está grande, para facilitar. Se houver rompimento, o ideal é a mulher tomar o anticoncepcional de emergência, conhecido como “pílula do dia seguinte”. Um homem cavalheiro comprará para a parceira, sempre que necessário.

Assunto de adulto!

A camisinha usada na vagina não deve ser usada no ânus, caso haja mudança de percurso. Cada qual com um preservativo novo. E, se do ânus, voltar para a vagina, uma nova camisinha deve ser colocada. Bactérias podem ser conduzidas se não houver a higiene adequada.


Dicas:
  • Não use dois preservativos achando que se protegerá mais: eles podem se romper ou estourar.
  • Nunca abra a embalagem da camisinha com os dentes ou outro objeto: pode danificá-la.
  • Se você tem alergia, verifique cores e sabores dos preservativos e não se arrisque!

Dica para mulheres antenadas!

Pesquisando em campo, me deparei nas farmácias com embalagens de preservativos em formato de caixinhas e imaginei a delicadeza de uma mulher embrulhar para presente e entregá-la

ao homem, ou mesma levá-la na bolsa de uma maneira mais discreta e higiênica. Além de ser muito mais elegante do que as embalagens plásticas costumeiras. Nós, mulheres, somos consumidoras ativas de preservativo, pois muito nos interessa a nossa precaução contraceptiva e de doenças.

Camisinha feminina.

Imagem 762 de Preservativo – preservar-se é vida!
O preservativo feminino surgiu no final na década de noventa, criado pelo médico dinamarquês Lasse Hershel. Seu uso é interno, adaptando à anatomia feminina, podendo ser usado na vagina e no ânus. Feito de látex ou poliuretano, com uma extremidade fechada (para o depósito de esperma) e a outra extremidade aberta (para a introdução do falo), suas dimensões são maiores do que o preservativo externo. Ela pode ser colocada algumas horas antes da relação sexual, não dependendo da ereção peniana. Pelas pesquisas que fiz, sua distribuição gratuita ainda é precária nos órgãos públicos de saúde.

Quando uma mulher estiver com preservativo feminino, o homem não deve usar o preservativo masculino e vice-versa. O uso dos dois métodos pode acabar gerando atrito e rasgando, perdendo toda a eficácia.

Preservar-se é vida! Esse artigo é um resumo desse vasto assunto e, se você quiser mais informações, pode consultar em sites seguros, como o ministério da saúde. Meu nome é Silvia, trabalho como terapeuta, com ênfase na sexualidade humana. Meu whatsapp é 11971182440.




Redação:
Silvia Delforno, terapeuta corporal com abordagem tântrica.






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