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Publicado em 22/07/2020
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A máscara nossa de cada dia

 
Item obrigatório e nem sempre querido, a máscara facial se tornou parte da nossa vestimenta e tormento aos adeptos do ar-livre e da liberdade.

Imagem 729 de A máscara nossa de cada dia
De tecido, de TNT, de acrílico. Branca, geométrica, de florzinha ou caveira. Não importa o material, modelo ou cor, a máscara facial, que protege nossa respiração, virou item básico de sobrevivência. Passados longos cinco meses do início da pandemia do vírus Covid-19 no Brasil, a cura ainda não existe e as adaptações se fizeram necessárias.

No início da pandemia, muito foi falado sobre o “novo mundo”, “nova realidade”, “novos tempos” e, passado algum tempo, percebemos algumas verdades nesses termos. O trabalho, para algumas pessoas, passou a ser tranquilo da sala de jantar ou do escritório. O supermercado vem até o consumidor, e o e-commerce é o novo shopping. Estudo agora é on-line. Todos estão se reinventando enquanto a cura não chega e a vida não volta ao normal.

O sorriso está lacrado – o olhar é o novo sorriso. Os abraços estão temporariamente proibidos, e o contato íntimo permitido a quem dorme na mesma cama, com as mesmas precauções. Solteiros e desacompanhados são grandes vítimas da pandemia, assim como as pessoas que perderam seus empregos, perderam entes queridos e esperança de vida. O telejornal virou vilão para o emocional das pessoas e os filmes e shows virtuais estão salvando as noites de sexta de muitos boêmios. Os parques e áreas livres começam a se movimentar, mas ainda há perigo – os epicentros mudam constantemente e os índices de contaminação estão instáveis. O melhor ainda é a precaução, fugindo de aglomerações humanas.

Entre o álcool-gel, a água com sabão e as luvas descartáveis, a famosa máscara no rosto ainda cria muitas controvérsias. Desde julho, o Decreto Estadual (São Paulo) 64.959, torna obrigatório o uso da máscara facial em ambientes públicos – comércios, mercados, hospitais, transportes públicos, na rua, no carro. A máscara é a maior prevenção contra a contaminação pelo vírus Covid-19, pelas vias respiratórias.

Abaixo seguem condições para o uso adequado da máscara:

- máscara de TNT é descartável e a de tecido deve ser trocada a cada duas horas de uso,

- a máscara ideal cobre nariz e boca, ajustando ao rosto.

Imagem 730 de A máscara nossa de cada dia
- vale lembrar que a máscara não deve ser usada no queixo, ou somente na boca, ou somente no nariz. Não se deve tirá-la para falar nem coçar boca ou nariz diretamente enquanto fizer o uso. Todo cuidado é bem-vindo.

- é fundamental lavar bem as mãos antes de colocar a máscara e, com a quarentena tomando novos rumos, ao retirá-la para se alimentar nos estabelecimentos já abertos, é preciso dobrá-la com cuidado e deixá-la em local limpo para após a refeição voltar e colocá-la no rosto.

- por fim, são muitas as pessoas que não se habituam ao uso da máscara, saindo às ruas sem seu uso, colocando a sua saúde e a saúde de todos em risco. A menos que você esteja num lugar deserto e mesmo assim lembre-se da teoria do Covid ser transmitido pelo ar, você não pode sair sem a proteção. Nem para a prática de exercício ao ar-livre. Seja você quem for e ocupe a posição social que ocupar. Estamos em pandemia, é dever de todos evitar a contaminação.

Por último, vale as novas regras de etiqueta, necessárias para a pandemia: não empreste sua máscara e nem use de outra pessoa – o uso é totalmente individual. Respeite o espaçamento mínimo entre uma pessoa e outra. Não abrace nem beije, e também não aceite contatos – tudo passará em breve e a troca de carinho voltará a ser normal. Evite contato sexual casual. Evite aglomerações, inclusive familiar. Não são tempos de festas, devemos entender.

Pandemia é a infecção desenfreada da população por um vírus – a maioria das pessoas nunca passou por essa situação e é preciso calma e cautela. Respeitando a própria vida e a vida dos outros. Logo tudo será passado, mas enquanto estamos à mercê da descoberta da cura e das diretrizes do governo, devemos ter disciplina e regras. Respire muito e, se necessário, procure terapia, on-line!




Redação:
Silvia Delforno, terapeuta corporal com abordagem tântrica.






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