História da massagem

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Uma terapia milenar

 

Não são raros os dias em que alguma parte do seu corpo está dolorida, exausta e você sonha com uma massagem que alivie a tensão. Não é de agora que o homem percebeu que friccionando partes do corpo se pode obter algum tipo de melhora, relaxamento e tantos outros efeitos terapêuticos.

 

Primeiros indícios da massagem

 


Imagem 13 de Primeiros indícios da massagem
Uma das formas mais antigas de terapia, a massagem é utilizada há milhares de anos no Oriente. Foram encontradas pinturas em cerâmicas, murais e túmulos que registravam técnicas de massagem no Japão, na China, no Egito e na Pérsia, atual Irã há mais de 5.000 anos.

No Ocidente não foi muito diferente. Com a descoberta da medicina, Hipócrates defendia que “esfregar” poderia ajudar o corpo em seu funcionamento. Pregando a hidroterapia, técnicas e exercícios de fricção, o médico grego Asclepíedes teve um importante papel no desenvolvimento das técnicas de massagem. O primeiro a classificar e detalhar as formas de uso, técnicas, pressão e direção dos movimentos e frequência do tratamento em 16 livros foi Galeno, médico e filósofo grego.

Os gregos e romanos, por conta de todo o desenvolvimento da medicina e pela forte presença dos esportes, valorizavam muito tudo o que envolvia o corpo humano, fosse saúde, forma física, capacidade atlética ou simplesmente beleza. Desta forma, os gregos utilizavam da massagem antes e depois das atividades físicas, com a crença de que tal procedimento preparava os músculos do atleta para o exercício e, depois, limpava o corpo de fluidos e matérias supérfluas. 

 

Da idade das trevas à atualidade

 

Ainda na história da massagem, a partir da Idade Média, a Igreja classificou as práticas de massagem como estimulantes sexuais e proibiu-a por toda parte. Mulheres que realizavam curas através dos procedimentos eram consideradas bruxas e mandadas para a fogueira. Somente a partir do século XVI, que o cirurgião francês Ambroise Paré voltou a incentivar sua prática novamente. 

Passado período de proibição e controle da Igreja, nos três séculos seguintes a massoterapia espalhou-se através do mundo e foi ganhando cada vez mais adeptos e mais técnicas foram sendo desenvolvidas, tanto nos países Orientais, quanto Ocidentais. O sueco Per Henrik Ling, mestre em esgrima e professor de ginástica, depois de várias visitas à China, chegou a desenvolver o Sistema Ling ou Tratamento dos Movimentos Suecos, que ficou conhecido como ginástica médica. A ideia rapidamente se propagou pela Europa.

Por influência dos escritos de Douglas Grahm, médico de Boston, surge a massagem nos Estados Unidos, em 1900. Na Europa, o Dr. Johan Georg Mezger (1838-1909), da Holanda, cunhou alguns termos técnicos da massagem que são utilizados até hoje, e foi o primeiro a identificar os toques clássicos da massagem e a diferença da ginástica e dos movimentos suecos.

Durante o século XX a massoterapia manteve seu crescimento constante. Em Londres, a massagem era associada a tratamentos ortopédicos, fisioterapêuticos e exercícios físicos. No restante do mundo, o respeito era tamanho, que a classe médica recomendava seu uso para a recuperação de soldados vindos da guerra.

Ainda hoje a massoterapia se encontra em constantes estudos e cada vez mais adeptos acreditam em sua funcionalidade e capacidade curativa. O importante é que a massagem vem trazendo bem estar e alívio desde os primórdios da história. 






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