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Publicado em 04/12/2020
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Por que nos obrigamos tanto?

 
Imagem 817 de Por que nos obrigamos tanto?
Você já parou para pensar quantas obrigações você tem em seu dia a dia? Já contabilizou tudo o que precisou fazer durante toda a sua vida? Pensemos em um exemplo simples: ao acordar provavelmente você irá tomar seu café da manhã. Para isso acontecer, é necessário que uma série de outros eventos tenham disso concretizados: ter ido ao mercado e comprado o pó de café, por exemplo. Ora, não terá café se você não tiver pago o botijão (ou a conta) de gás. Para isso, foi necessário trabalhar, e para trabalhar foi necessário buscar emprego um dia, mas para isso você teve que fazer a escola. Se continuarmos essa lista, esse encadeamento de fases e atividades parecerá infinito. 

O fato é que para você fazer uma tarefa simples, uma série de outras obrigações já passaram durante sua vida, de forma que provavelmente, você nem se deu conta. Bom, isso parece responder parte do título dessa coluna, não é mesmo?

Mas ainda há outra parte importante a se considerar sobre a questão. Na dinâmica do mundo contemporâneo há a aceleração do mundo com a tecnologia, o acirramento do mercado de trabalho e exigências institucionais cada vez mais intensas. Além disso, a superficialização das relações, o aumento da solidão, e os tratamentos medicamentosos para doenças psicossomáticas também naturalizam a forma como vivemos.

Essa dinâmica social acelerada atinge os membros que compõem essa sociedade, ou seja, você! Isso pode acontecer de um jeito tão sutil, que esse condicionamento nem é percebido. Ao invés disso, dá a impressão de que o mundo e você funcionam assim há muito tempo.

No âmbito individual, essa dinâmica de tantas obrigações vai  se concretizando em hábitos. Isso quer dizer que nós automatizamos aquele encadeamento de tarefas, e passamos a executá-los sem nos questionarmos do porquê estamos fazendo aquilo que fazemos.

É importante ressaltar que os hábitos não se atém somente ao que costumamos fazer, mas se voltam para tudo que é comum em nosso cotidiano, ou seja, o que costumamos pensar, sentir, falar, ou como nos relacionamos, como mexemos nosso corpo, como nos expressamos facialmente, entre outros. Todos esses aspectos também são hábitos.

Os hábitos podem ser benéficos, prejudiciais, ou ambos, e se a gente não avaliar como eles nos influenciam pode haver efeitos colaterais danosos. 

Imagem 816 de Por que nos obrigamos tanto?
Você já se perguntou: Por que você trabalha com o que trabalha? Por que você trabalha? Por que você é casado com essa pessoa? Por que você é casado? Por que essa pessoa é sua amiga? Por que você se cala diante daquele familiar? Por que você come o que come? Por que você mora onde mora?

É possível que refletir sobre questões profundas, principalmente para quem nunca se deu esse tempo e espaço, sinta mal-estar inicialmente. Esse sentimento é esperado porque percebemos que muitas vezes não sabemos muito bem responder porque vivemos da forma como vivemos. O revisionismo de cada aspecto da nossa vida é um convite para um mergulho profundo em nós mesmos, porque aí sim, seremos obrigados a avaliar o que cabe e o que não cabe mais em nossa vida, o que está bom e o que precisa ser transformando. Esse exercício objetiva te aproximar do seu sentido de vida, afinal, em seu entender, por que você está aqui na Terra agora?

Nesse exercício de revisão algo muito bonito pode emergir, que é o ato de nos desobrigarmos de sermos aquilo que apenas parece com a gente. Você pode, por exemplo, se dar conta de que você tem um hábito alimentar que fere alguns dos seus valores. Poder transacionar e mudar aquilo que era conhecido é uma forma de se experimentar de outra maneira. Do mesmo jeito, é possível que você perceba um jeitão de se relacionar com as pessoas que está te fazendo mal. Se convidar a experimentar outras maneiras de se posicionar em seus relacionamentos é uma forma de se experimentar de um jeito diferente, e por que não se transformar para melhor? 

Então vamos fazer um “checklist” do que podemos apreender dessa reflexão?
  • Podemos perceber que temos nos obrigado demais, ou nos obrigado com hábitos infelizes.
  • Podemos revisitar cada um dos hábitos que nos compõem  e avaliar o que fica, o que sai e o que se transforma.
  • Podemos experimentar e exercitar outras formas de viver, de forma a nos desobrigarmos de vivermos de uma única maneira.



Cristina Gonçalves de Abrantes

Psicóloga CRP 06/135259 E-mail: cristinadeabrantes@gmail.com

WhatsApp: (11)96395-4679






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