Terapias Complementares

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Publicado em 21/09/2016
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Terapias Complementares


Terapias complementares. Um novo tempo!

 
Imagem 166 de Terapias complementares. Um novo tempo!
Antes chamadas de Terapias Alternativas, hoje são conhecidas e reconhecidas como Terapias Complementares ou Integrativas, justamente porque o objetivo que se tem é complementar e integrar os tratamentos convencionais. De modo algum procura-se substituir os tratamentos médicos por essas terapias.
 
O objetivo real é utilizá-las para ampliar e agregar a esses tratamentos convencionais, cada dia mais modernos, outras possibilidades de sucesso no tratamento e cura. 

Podemos citar como exemplo de Terapias Complementares ou Integrativas a Massagem, o Reiki, a Aromaterapia, os Florais, a Yoga, a Meditação, a Acupuntura, etc. Por se tratarem de opções não invasivas e sutis só têm a agregar valor aos tratamentos. Atualmente são muito utilizadas na Europa, Estados Unidos e também no Brasil, inclusive em Hospitais como o Instituto de Infectologia Emilio Ribas, o Hospital Sírio Libanês, Albert Einstein e até mesmo no SUS algumas técnicas já começam a ser utilizadas, como a Acupuntura. A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), faz pesquisas nessa área também, observando, por exemplo, os benefícios da meditação nos casos de transtorno de ansiedade e distúrbios alimentares. 

Outro diferencial entre a medicina convencional e as terapias complementares ou integrativas é que a medicina hoje busca conter o sintoma com medicamentos, por exemplo, a dor de cabeça, a insônia, as dores crônicas, a crise de pânico. Já as terapias complementares ou integrativas buscam encontrar a origem dessas questões, desses desequilíbrios que geraram a doença, indo mais a fundo. A doença é vista como uma reação complexa do próprio organismo. Essas Terapias observam o ser humano como um todo, como um ser holístico, mente, corpo e espírito. Valoriza sua história pessoal, familiar, seus hábitos, sua individualidade e, especialmente, sua própria capacidade de cura. Isso mesmo, a cura está em nós, é preciso apenas saber acessá-la e para isso é necessário reencontrarmos o nosso equilíbrio natural, já que as doenças surgem quando nosso organismo perde essa capacidade de se reorganizar.

Nesse sentido, é preciso verificar todo o sistema que envolve a pessoa, como sua alimentação, seus hábitos diários, atividades físicas, sua rotina de trabalho, sua espiritualidade, seus valores, seus momentos de lazer, sua família. Quando citamos espiritualidade não estamos falando propriamente de religião, mas de algo que vai mais além. Seriam os nossos interesses, nossos propósitos de vida, aquilo que nos move, que nos alegra e que nos faz buscarmos algo melhor para nós e para a sociedade.

Imagem 168 de Terapias complementares. Um novo tempo!
O terapeuta que utiliza essa abordagem, deve ter sempre o cuidado de fazer essa observação criteriosa e detalhada, junto com o cliente, buscando as melhores alternativas para cada pessoa e para cada situação, sempre trabalhando em conjunto com os médicos, não deixando de lado os exames e acompanhamentos que se façam necessários, tendo a sensibilidade de perceber os traços emocionais do cliente, com o objetivo de trazer mais bem estar, praticando uma escuta atenta e sem julgamentos.

O ideal seria ainda utilizar essas técnicas complementares ou integrativas como prevenção de possíveis males. É que em nossa cultura, geralmente, procuramos ajuda quando já estamos na fase de desequilíbrio, quando a doença já se instalou. Precisamos cultivar o hábito ouvir nosso corpo, observá-lo atentamente, pois ele nos dá vários sinais de que algo precisa ser corrigido, de que precisamos tirar mais tempo para descansar, para cuidar de nossa espiritualidade, dar mais valor aos pequenos momentos de alegria, ao contato com as pessoas que nos cercam, mudar hábitos alimentares, praticar mais atividades físicas. É preciso praticar o autocuidado e ter mais tempo para ser feliz.

Precisamos ter em mente que nada se faz do dia para a noite, e que toda mudança bem feita requer um tempo. Por isso, esqueça o imediatismo, os efeitos milagrosos. Tudo deve ser feito com bastante critério, seriedade e comprometimento com os tratamentos e com a mudança de hábitos, para que se obtenha resultados satisfatórios e permanentes.


Referencia:

 
  • Curso de Terapeuta Complementar – Atmam Espaço Vivencial
  • Medicina Integrativa – a cura pelo equilíbrio – Autor: Paulo de Tarso Lima - MG Editores 
  • Manual da Medicina Integral – Dr. Márcio Bontempo – Editora Best Seller

Colunista: Silvia Pirré – Psicoterapeuta

Atuação: Florais de Bach, Aromaterapia, Reiki, Aurículoterapia, Reflexologia, Massagem Relaxante com Óleos Essenciais.

Cursos: Aromaterapia

Endereço: Rua Dr. José de Queiroz Aranha, 234 – Próximo ao metrô Ana Rosa

Telefone: (11) 5083-4482 – Atendimento com hora marcada

E-mail - silvia.pirre@yahoo.com.br





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