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Publicado em 08/04/2020
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As regras da boa convivência 
com o corpo das outras pessoas


Artigo cujo intuito é explanar os limites da liberdade que temos em relação ao corpo de outra pessoa, pois muitas vezes deixamos de controlar nossos instintos e causamos constrangimento no outro.

Lactantes – faz tempo que as mães lutam para amamentar livremente seus filhos, independente do lugar que estejam. Porém, há um constante constrangimento por parte das mães, pois homens ficam paralisados ao verem os seios maternos expostos para o aleitamento de uma criança, causando, muitas vezes, medo. As pessoas que tem essa tara, geralmente estão com parafilia (distúrbio psíquico que se caracteriza pela preferência ou obsessão por práticas sexuais socialmente não aceitas), ou carência afetiva (dependência emocional), visto que os seios maternos remetem ao afeto, à sobrevivência. E também existe outro problema – as redes sociais e a amamentação. Passou a ser normal uma mãe postar foto amamentando sua cria e, infelizmente, aumentou o número de pessoas que se passam por fotógrafos ou contam outra história, buscando fotos e vídeo de amamentação para saciar um público perverso ou praticante de fetiches. Ou ainda as mães têm suas fotos “printadas” e postadas em lugares não autorizados – a famosa “janela aberta” que é a internet. Um ato tão sublime pode se tornar munição aos olhos mal intencionados.

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Roupas curtas – moramos num país tropical e temos mulheres bonitas, fato indiscutível. Uma coisa leva a outra e as roupas podem se apertar e diminuir de tamanho, deixando uma mulher gostosa e avantajada. A elas, cabe o bom senso. Aos olhos de quem as deseja, cabe discernimento entre o apreciar e parar de olhar, e o constrangimento. Vários são os locais em que uma mulher se constrange com o assédio: transporte público, lugares públicos, na rua, em parques. Muitas enfrentam atos obscenos, nudez masculina e palavras indecentes. Moramos num país com liberdade, então é preciso o uso do bom-senso por todas as partes. Muito se fala que o aumento dos estupros e assédios se deve a vestimenta feminina. Não, o número dos abusos se deve a falta de controle dos homens sobre sua energia sexual. A energia sexual é a força mais forte dentro do ser humano, é energia primitiva. É preciso autoconhecimento para dominá-la, caso contrário, viveremos a mercê desse ímpeto sexual.
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Redes sociais – os aparelhos celulares viraram verdadeiras armas nas mãos de pessoas mal intencionadas ou pessoas à busca de diversão. Pessoas carentes são vítimas fáceis e um “espertão” reconhece fácil suas presas. Papo vai, papo vem e a ilusão corre solta resultando em assédios, promiscuidade, e muita paquera. Pena que rede social é virtual. Ou sorte que é virtual. Antes de iludir alguém pense que poderia ser você. Se você é casado/a, melhore sua relação, lute por ela. Não é no Instagram que se resolvem problemas conjugais. Use as redes sociais com bom-senso.

Metro/ônibus/afins – estação da Luz, dezoito horas. Cinco vezes a lotação permitida dentro do vagão do metrô. O “acoxamento” é quase que inevitável. Regras de boa convivência: traga sua mochila, ou bolsa, ou blusa/paletó para frente do seu corpo, como uma proteção – seja você homem ou mulher. E, se você perceber uma mulher sendo assediada, ajude-a.

A explanação acima não é um julgamento, apenas são regras para o bem-estar em sociedade. Se você se identifica com algum item, procure terapia. Um terapeuta fará uma análise dos seus questionamentos junto a você, e juntos, encontrarão respostas e novas formas de viver bem. Não existe julgamento, existe sim aceitação e mudanças.




Redação:
Silvia Delforno, terapeuta corporal com abordagem tântrica.








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