Tecidos moles e profundos

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Publicado em 10/02/2016
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Massagem em tecidos moles e tecidos profundos

 
Imagem 113 de Massagem em tecidos moles e tecidos profundos
Dependendo do tipo de massagem que seja realizada na região lesionada, as dores diminuem, levando mais alívio ao paciente, sem que ele tenha que ser medicado ou tenha que receber alguma intervenção agressiva. 

Técnicas como a massagem do tecido conjuntivo (profundo) são opções que exigem pouco economicamente e não proporcionam efeitos colaterais sobre o paciente em tratamento. Há casos até de doenças degenerativas que ficam com seus sintomas minimizados graças à massagem.

A massagem do tecido mole está relacionada com a fáscia, material de grande importância para as ações humanas e que sabendo como estimulá-la, dores mais voltadas para a parte externa do corpo podem ser bem tratadas.


Massagem do tecido profundo

 
A idealizadora da massagem do tecido conjuntivo é a alemã e fisioterapeuta de profissão Elizabeth Dicke, que no fim da década de 20, desenvolveu a técnica. Nesta época, a fisioterapeuta estava com uma lesão no membro inferior direito. Os médicos concluíram que o membro teria de ser amputado, depois de realizado o diagnóstico.

Um dos principais sintomas da lesão eram as dores agudas, além de não poder realizar qualquer tipo de movimento. Dicke, durante um período, passou a realizar automassagens, com a finalidade de apenas reduzir as terríveis dores. Depois de alguns meses fazendo o mesmo procedimento, a fisioterapeuta pode constatar que as dores diminuíram e, consequentemente, sua perna não teve que ser amputada.

Anos mais tarde, a profissional desenvolveu a técnica de massagem do tecido conjuntivo (MTC). Diante dos estudos realizados por Dicke, foi descoberta a capacidade da técnica em afetar o sistema nervoso vegetativo, que é a parte do sistema responsável por regular as funções vitais, independentemente da consciência do indivíduo, tais como:


Aparelho cardiorrespiratório / 
Glândulas endócrinas / 
Musculatura lisa




Indicações terapêuticas da massagem do tecido conjuntivo

 
A massagem do tecido conjuntivo é indicada em diversas situações. Pessoas que tenham sofrido alterações funcionais nos órgãos internos, que tenham sofrido algum problema no sistema locomotor, que sofram de obstrução arterial ou que tenham doenças venosas são alguns dos quadros clínicos que podem ser tratados através da técnica. Além disso, há outras patologias que podem ser tratadas por meio da massagem do tecido profundo, tais como:

Osteoartrite / Dermatomiosite / Angina / Enxaqueca / Lesão musculoesquelética

Diante destes quadros clínicos, é possível que seus sintomas, se não forem totalmente aliviados, diminuam, levando maior conforto para os acometidos, pois muitas dessas situações possuem como efeito severas dores, sendo esta a principal queixa da maioria dos pacientes.

A explicação para os fenômenos benéficos está na manipulação da pele e do tecido que fica abaixo da pele, ou seja, o tecido subcutâneo, em determinadas áreas corporais. Tal técnica possibilita analgesia local.

A alteração no tecido conjuntivo é promovida pela disfunção de um órgão. Quando a região é tratada pela massagem do tecido conjuntivo, os reflexos sintomáticos passam a ser inversos aos efeitos desconfortantes mais comuns, levando alívio ao paciente onde havia dor e desconforto. Este tipo de massagem se difere das tradicionais, voltadas para a área fisiológica, justamente porque as manobras não são para levar conforto, mas sim para diminuir a dor através de estímulos adequados e específicos.

As contraindicações para uma terapia com base na massagem do tecido profundo ou do tecido mole são poucas. Contudo, há algumas afecções que não podem ser tratadas através dos métodos, por não oferecerem efeitos nenhum. Algumas destas patologias são:

Câncer / Tuberculose / Hipertricose nas costas / Feridas abertas / Úlceras




Massagem dos tecidos moles - miofasciais

 
Além da modalidade de massagem do tecido conjuntivo, entre as muitas outras, a que trataremos agora é a massagem miofascial, conhecida como massagem do tecido mole. A técnica se originou nos EUA, durante os anos 70, pelo fisioterapeuta John F. Barnes. A insatisfação do profissional, na época, eram os baixos resultados atribuídos às técnicas existentes, que não eram duradouras.

Existindo os tecidos conjuntivos, também há os tecidos miofasciais. Este está presente da cabeça aos pés. Sem sua existência o menor movimento proporcionaria dores incalculáveis. Por isso, o tecido mole funciona como uma unidade única que não é dividida em momento nenhum. Quando realizado um movimento, todas as fáscias automaticamente também são movimentadas.



Efeitos da massagem dos tecidos moles

 
A fáscia é um tecido conjuntivo que envolve todos os músculos de nosso corpo, de forma interligada individualmente, porém a região externa de nosso corpo apresenta uma única fáscia, como explicado anteriormente. Além disso, outros elementos de nosso corpo também são envolvidos pela fáscia, tais como:

Vísceras / Artérias / Veias

Diferentemente da massagem do tecido profundo, cujas manobras são realizadas de forma intensa e com elevados níveis de força e pressão, através da massagem do tecido mole são realizados toques. Esta ação é sutil, muito leve se comparada com a massagem do tecido conjuntivo. 

O objetivo está nas restrições musculares, pois o método possibilita que a circulação de sangue se intensifique, na região onde é realizada a massagem do tecido mole. Com isso, tanto a fáscia quanto o músculo são alongados.

O que possibilita um bom trabalho durante a massagem do tecido mole é o cuidado com a fáscia. Caso a preocupação maior esteja no músculo e não na fáscia, os efeitos benéficos se restringem, fazendo com que o paciente volte a sentir os desconfortos. Por outro lado, se a fáscia for devidamente estimulada, a analgesia se prolongará.

Igualmente, a técnica de massagem do tecido mole promove a melhora dos fluidos do corpo. Quando bem realizada, os pacientes ficam com uma sensação de bem-estar maior do que o normal. Com a técnica, os pontos de tensão são liberados, fazendo com que haja maior amplitude de movimentos, fazendo com que o dano seja amenizado, dando estabilidade física à região lesionada.



Diferenças entre a massagem do tecido mole e do tecido profundo

 
A intensidade é que determina o tipo de massagem, ou seja, para manobras mais leves, onde se trabalha o tecido muscular próximo da fáscia que recobre o músculo, são realizadas técnicas mais leves, que mesmo sem dor proporcionam sensações relaxantes.

No caso do trabalho envolvendo o tecido profundo, sua realização se dá por meio de massagens de maior impacto físico. Caso a região onde há dor estivesse normal, o indivíduo sentiria desconforto. Com isso, o alívio só é possível porque há dor. 

Além disso, a massagem do tecido conjuntivo possibilita intervenções em muitos quadros clínicos, ao passo que a massagem do tecido mole trabalha com questões mais restritas e menos complexas.






 






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